Detalhamento de idéias
As
paginas a seguir, foram criadas, principalmente
pela dificuldade que o Comando Nacional
percebeu das pessoas de entender o espírito
do movimento. Mas principalmente por
que era necessário traçar mais fortemente
nossos ideais.
Resumo: Quem somos? Nós somos o Movimento FORÇA REVOLUCIONÁRIA, movimento social popular de tendência marxista. Nossa principal meta é aglutinar, e organizar diversas vertendes anti-burguesas e proletarias, para liderar a revolução. Primeiramente, atua como movimento social reinvidicador e organizador da classe trabalhadora. Posteriormente, atuaremos diretamente na Luta armada. Consideramos a luta armada, o único modo de o proletariado chegar ao poder. Se houvesse outra maneira, seríamos os últimos a repudia-la, mas a quebra violenta de qualquer laço com o sistema vigente é necessário para a edificação de uma nova sociedade. Além disso, a burguesia, nunca sairá de seu posto de classe dominante pacíficamente. Ela sempre entrará com a força de suas entidades para sufocar quaisquer símbolo de resistência.
Nossos
ideais de luta armada são ideais
guevaristas: A Guerra de guerrilhas,
e a teoria da revolução
foquista. Um destacamento de 80 a 100
homens, agiria nas montanhas e/ou selvas,
e incursaria pelo interior do país
rumo à capital. Nas cidades,
os partidos comunistas e movimentos
sociais teriam o papel de ligar à
guerrilha à cidade, promovendo
constantes manifestações
atos públicos, greves, piquetes.
À guerrilha urbana também
estaria nas ruas, assaltando bancos
pró-governistas para arrecadar
fundos, sequestrando burgueses e embaixadores,
além de atentados com alvos certos,
sem terrorismo contra a população
civil. Assim, os agentes americanos
no Brasil aumentariam, a Abin estaria
atenta à todo o processo organizativo
da revolução, e estaria
cada vez mais sangrenta. Torturaria
líderes, e os mataria para que
servissem de exemplo para quem quisesse
se juntar à revolução.
E no fervor da luta armada, surgirão
novos líderes e com o apoio do
proletariado, promovendo constantes
campanhas de conscientização,
conseguiríamos romper o cerco
governista. A partir do momento que
a classe trabalhadora simpatizasse com
as propostas da revolução,
o repúdio à presença
ianque crescerá, a guerilha se
consolidará, a revolução
estará nas ruas, a repressão
e guerra ideológica não
serão mais suficientes para conter
o avanço popular, as tropas cercariam
a capital e o presidente teria que deixar
o país. Seria, assim, o triunfo
da revolução.
Com
a classe trabalhadora uma vez no poder,
o movimento continuará atuando, desta
vez em defesa da manutenção da revolução,
e fazendo o papel de fiscalizar o governo
socialista, para que este não caia na
tirania, e não se torne um governo opressor.
Consideramos
Cuba, um símbolo de resistência anti-imperialista.
Porém, algumas medidas que seu governo
aplica não honram sua tão gloriosa revolução
e os nomes dos grandes revolucionários
mortos. Mas também é certo que Fidel,
é ainda o maior revolucionário vivo
do mundo, comandou uma revolução histórica
e guia um país-símbolo de resistência
a mais de 40 anos.
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