Introdução Aqui vamos traçar o intuito e o conteúdo teórico da FORÇA REVOLUCIONÁRIA. Pela própria convivência em sociedade, pelo nosso dia-a-dia é notável diante de qualquer ponto de vista, o estado degenerativo em que está o nosso país e o mundo hoje. Qualquer cidadão consciente de seu lugar na sociedade tem o desejo de muda-la ou vê-la com condições para se viver. Por isso, qualquer cidadão pode entrar para a F.R. O que queremos? Queremos um país que não se submeta a mecanismos captadores de dinheiro internacionais. queremos um país livre da agiotagem internacional. Queremos um país para nação brasileira. Não para a burguesia, para a elite rica. Por que lutar? Lutar para mudar. A situação do proletariado hoje, chegou à um nível insuportável e absurdo. Daqui à dez anos, a situação será ainda maior. À dez anos atrás a situação era razoavelmente melhor. Ou seja, a medida em que o tempo passa, a pobreza da população só aumenta, enquanto a riqueza da elite só aumenta. Por isso já é hora do povo frear esse processo explorador da burguesia. Para que as futuras gerações não tenham que passar por que o povo passe hoje, para que o país seja digno de se viver. Por que se VOCÊ não lutar pelos seus direitos, ninguém lutará por você. Para que dar a vida pelo país ? O Brasil hoje não oferece as mínimas condições para se viver. Hospitais lotados, com filas de espera gigantescas, colégios públicos em condições precárias, sem ensino algum de qualidade. A segurança nem se fala. Portanto, pode-se dizer que é muito difícil viver num país com estas condições, se é que há vida. Nós, consideramos que é mais válido morrer por uma causa justa, do que viver na condição em que vivemos hoje, ou morrer num tiro disparado pela PM em um tiroteio, ou morrer numa esquina assassinado por alguém que queria 10 reais, e você não tinha. Você pode estar numa situação confortável hoje, mais o mendigo que vive na esquina não, os moradores das favelas não. E ninguém garante que você estará bem amanha. Mas o que eu tenho a haver com isso? Você deve pensar que está livre das mazelas sociais e que cabe ao poder público tratar delas, e que você não tem nada com isso. Pois bem, quando você é abordado por um mendigo esfomeado não deve se sentir bem. Quando vê na TV que um pai de família foi morto por uma bala perdida também. Quando vê pessoas correndo atrás de comida, morrendo em enchentes, sendo manipuladas pela imprensa... e etc. Tudo ao seu redor está de algum meio ligado à política e à situação em que o país vive hoje. Para quem ainda acha que não tem nada a haver com isso, leia a fábula "A Ratoeira" que colocamos à disponibilização para baixar aqui. Pacifismo e poder constituído Mas você também pode concordar com tudo o que falamos anteriormente, porém ache que com a violência da luta armada, ou o radicalismo de uma revolução não leve à nada. Que através do voto, e de reformas por dentro do sistema capitalista, que possamos chegar à redução das mazelas sociais e atingir um estado mais justo. Mas não é bem assim. O voto é uma arma, isso é fato, mas uma arma descarregada nas mão da população. O político que é eleito, é sempre o que mais aparece na TV - e também do dos "partidos grandes"( que têm maior tempo na TV, e dinheiro para comprar horários nas TVs abertas) - Para que o voto seja verdadeiramente uma arma, é preciso que esta arma esteja carregada de consciência. Consciência esta que é cada vez mais distante, com o sucateamento da educação e aumento cada vez maior dos instrumentos alienadores. O próprio líder popular Lula, ou melhor, senhor Luiz Inácio, só conseguiu chegar ao poder quando moderou o discurso, sorriu e fez a barba para agradar aos ricos. Outro fato comprovado: Nunca, em nenhum país do mundo, a esquerda subiu ao poder por uma eleição dita "democrática", e quando isso aconteceu tratou se para que ela saisse rapidamente, seja pelos golpes militares apoiados pelos EUA, seja por falsas manifestações populares alienadas e direitistas. Nós não queremos diminuir as mazelas, queremos ACABAR com elas. Definitivamente. E para que isso aconteça, é necessário que quebremos todo e qualquer laço com o sistema vigente. Um sistema que não se importa, e não quer saber dos trabalhadores. E para que essa quebra aconteça, temos que ter uma revolução, pois uma revolução só é vitoriosa, se tiver o apoio da população. E quando a revolução chegar ao poder, o governo deve proteger o povo, e o povo proteger o governo, porque o povo tem poder. E assim, finalmente, poderemos construir um novo país. "Se vencermos construiremos um novo mundo, se perdemos lutaremos até o último homem".- Barmin, revolucionário bolchevique. Retitrado de Panfletos da FR Esperamos ter ganhado mais um militante ao fim desta parte de nossa página, ou mesmo se tivermos conseguimos fazer você pensar melhor sobre estes assuntos já ganhamos o dia... e quem sabe um outro, não ganharemos o país. |